Software livre é seguro ?

        "Segundo o anuário do US-CERT, órgão responsável pela segurança da internet nos EUA, no ano de 2005 foram detectadas 5.198 vulnerabilidades nos sistemas operacionais, das quais 812 foram relativas ao Windows, 2.328 aos sistemas Unix/Linux e 2.058 aos demais."
 
Se você quiser o documento completo (1 MB) envie e-mail marciohunecke@hotmail.com com sua solicitação.
 
 
Mais um pouco do documento…
 
No maravilhoso mundo eletrônico, no entanto, nem tudo são flores. Da mesma forma que as ferramentas tecnológicas contribuem para ampliar as de seus funcionários cair por conta dessas ocorrências e 25% delas enfrentaram constrangimentos públicos, com prejuízos para a imagem da empresa. Com relação especificamente a vírus, a Symantec, desenvolvedora de soluções de proteção, documentou no primeiro semestre de 2005 mais de 10.866 novas variações de vírus e worms Win32, o que correspondeu a um aumento de 48% em relação ao mesmo período do ano anterior. O aumento dessas variantes deve ser levado em consideração, uma vez que cada uma delas representa uma nova e distinta ameaça para os profissionais autônomos e para os administradores dos sistemas das empresas, além de obrigar os fornecedores de antivírus a criar, cada vez em menor tempo, uma nova definição para combatê-las. Essa tendência também demonstra que os invasores estão propensos a investir menos nas ameaças de larga disseminação, como os worms, e concentrarem sua atenção na disseminação dos códigos maliciosos modulares e personalizáveis.

O rol de ameaças é extenso (veja quadro Quem é quem das pragas) e aumenta a cada dia. A maioria das pragas virtuais aproveita as vulnerabilidades dos sistemas (falhas nos aplicativos, browsers e sistemas operacionais) e da web para causar danos e propagar-se. Segundo o anuário do US-CERT, órgão responsável pela segurança da internet nos EUA, no ano de 2005 foram detectadas 5.198 vulnerabilidades nos sistemas operacionais, das quais 812 foram relativas ao Windows, 2.328 aos sistemas Unix/Linux e 2.058 aos demais. Apenas nos primeiros seis meses de 2005, a Symantec contabilizou 1.862 novas vulnerabilidades, 73% das quais foram classifi cadas como facilmente exploráveis e 97% foram de caráter moderado ou de alto risco. Do total de vulnerabilidades, 59% estavam associadas às tecnologias de aplicação web. Mas o perigo não se restringe apenas a vírus, worms, cavalos-de-tróia e demais códigos maliciosos que podem causar sérios danos aos sistemas. Há também o que se convencionou chamar de “engenharia social”, que são formas criativas empregadas pelos criminosos virtuais para enganar os internautas. Uma dessas práticas é o phishing scam, modalidade em que o invasor (hacker) envia uma mensagem de e-mail muito parecida com comunicados de empresas e bancos conhecidos. O usuário incauto clica no link indicado e, com essa ação, instala um programa malicioso ou é direcionado a páginas web falsas, através das quais os hackers conseguem instalar um programa espião para capturar informações sigilosas, como dados pessoais, contas bancárias e senhas.

O phishing foi uma das modalidades que mais cresceram na América Latina no primeiro semestre de 2005, segundo relatório da Symantec, totalizando 5,7 milhões de mensagens enviadas por dia, contra as 2,99 milhões diárias registradas no mesmo período do ano anterior.

Esse post foi publicado em Outros. Bookmark o link permanente.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s